terça-feira, 6 de março de 2012

Onde não devemos poupar?


Até agora temos dado conselhos sobre as coisas onde é possível poupar, seja energia, electrodomésticos, roupa, viagens, lazer, e um sem-fim de outras coisas onde indicámos como poderia poupar dinheiro. Hoje vamos falar também das coisas onde não se deve poupar.
A primeira situação onde não devemos poupar é na saúde. É das poucas coisas que não se compra com dinheiro. Pode poupar tudo o que quiser, mas por muito dinheiro que possa vir a ter no futuro nunca irá poder comprar a sua saúde. Se for preciso ir ao dentista, não hesite, se for necessário comprar um par de óculos, então compre. Tudo aquilo que fizer agora irá reflectir-se no futuro, pelo que deve preservar agora a sua saúde para não vir a pagar caro no futuro.
Por exemplo, se tentar poupar, evitando comprar um par de óculos, mas de que precisa porque já não tem a vista a cem por cento, isso poderá fazer com que daqui a dez ou quinze anos possa vir a ter um sério problema na vista e não consiga trabalhar, não lhe permitindo assim trabalhar para ganhar dinheiro ou mesmo para o seu próprio sustento.
Outra coisa onde não deve poupar dinheiro é nos estudos dos filhos, se os tiver, naturalmente. E por estudos refiro-me aos livros e material escolar. Não quero, no entanto, dizer que deve comprar o material melhor e mais caro, longe disso, mas se for necessário um compasso, compre-o onde quer que seja, mas compre-o, ou se tiver alguém que lhe dê um usado, mas em bom estado, então siga. Mas poupar nas compras de material escolar são contas de outro rosário, de que iremos falar ainda noutro artigo mais completo.
Outro aspecto sobre o qual não é possível poupar, e com poupar quero dizer que não é possível não o ter, são os seguros. Se tiver um carro ou uma mota, já sabe que é obrigatório ter seguro, no entanto, continuam a circular as notícias sobre a inusitada quantidade de pessoas que continuam a circular por ai sem seguro, nem carta de condução.
Outro seguro que não deve evitar é o seguro multirriscos para o lar. Está bem que é sempre algum dinheiro gasto, mas pode sempre acontecer algum imponderado, como por exemplo, estragar-se uma máquina de lavar roupa e provocar uma inundação na sua casa e na do vizinho de baixo. Neste caso irá dar imenso jeito ter um seguro para cobrir esta eventualidade.
Estas são as três coisas onde considero que não se deve poupar dinheiro. Como tudo o resto, haverá opiniões diferentes, alguns pensarão que se poderá poupar aqui, outros ali, mas cada um deve saber como melhor fazer as coisas. Aqui iremos sempre tentar ajudar no que pudermos.

A felicidade - nunca poupar !!!


A felicidade é um factor que dá sentido à nossa existência interior, mas a forma de a alcançar é através do exterior, com todas as pessoas que nos rodeiam e praticando acções que nos fazem sentir bem.

Todavia prevalece ainda a ideia em muitas pessoas de que a felicidade reside apenas nos bens materiais. Existe a ilusão de que se tivermos fama e fortuna seremos mais felizes, mas no entanto, os cálculos da economia baseada no capital (material, tangível e quantificável), diz-nos precisamente o contrário, a felicidade está nas coisas intangíveis e inquantificáveis.
Quantas vezes não ouvimos falar ou conhecemos pessoas com imenso dinheiro mas que são infelizes, ou de outras que apenas pensam em ganhar dinheiro, mas que se “esquecem” do que é a felicidade?

A economia clássica necessita de mais “doses” de intangibilidade, de pessoas cuja preparação se baseia na economia da felicidade para assim obter pessoal duplamente competente como empregados ou empresários capazes de elevar a qualidade humana e monetária, individual e colectiva.

A felicidade traz consigo riqueza, esta é a conclusão a que chegaram os economistas modernos, mas para a alcançar é necessário espontaneidade, inspiração, paixão, aprendizagem, liberdade, honestidade e cooperação.

Quais as atitudes que nos podem levar à economia da felicidade?

  • Coloque paixão nos seus projectos pessoais e profissionais, verá que este detalhe não irá passar despercebido à sua volta.
  • Ganhe experiência e utilize-a: Tire algumas horas para trabalhar empenhadamente junto com outros bons profissionais, e será dos primeiros da lista para ocupar os melhores postos de trabalho.
  • Trabalhe com gente nova, é uma boa forma de abrir novos horizontes e de adquirir uma maior perspectiva.
  • Tenha confiança nos outros.
  • Partilhe o conhecimento.
  • Seja generoso, as pessoas que conhecem os seus sentimentos não o deixarão sozinho, confiarão em si e transmitirão essa confiança a outras pessoas que não o conhecem.
  • Seja responsável, respeitoso e uma pessoa de bom senso. Desta forma não será difícil para si fazer parte de uma empresa ou equipa de trabalho onde é necessário o trabalho de equipa, descentralizado e de rápida evolução.

Torne a felicidade num dos seus objectivos de vida e irá fazer parte dos líderes, daqueles que tomam conta da família, sabem trabalhar e fazem evoluir o país. Rodeie-se das pessoas certas e saiba quando dar os passos certos.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Os 10 videos do YouTube mais vistos de sempre !!!



YouTube tem vindo a definir a era do vídeo online, por isso vamos dar uma olhada em seus vídeos mais populares de todos os tempos. A nossa mais recente atualização tem Justin Bieber ainda no número um com Baby, que foi o primeiro vídeo para ganhar um meio bilião de visualizações! Atualmente, Bieber e Eminem entre eles fazer metade do top ten. Também digno de nota é um vídeo da música por Jennifer Lopez chamado On The Pitbull. On the Floor, que subiu para número dois, com 500 milhões de visualizações em menos de um ano.

 A primeira lista feita em agosto de 2007, colocava Evolution of Dance  do comediante Judson Laipply no número um com cerca de 56 milhões de visualizações (está agora fora do top ten). A próxima atualização foi em setembro de 2008, quando Girlfriend de Avril Lavigne, vídeo da música pop era o número um com 103 milhões de visualizações. Em janeiro de 2010, Charlie mordeu meu dedo - de novo! era o número um, com 148 milhões de visualizações. No início de Janeiro de 2011, Justin Bieber era o número um com mais de 400 milhões de visualizações para Baby.

 Aqui está o top ten, em março de 2012:

1. Justin Bieber - Baby ft. Ludacris; 712,600,789 views

2. Jennifer Lopez - On The Floor ft. Pitbull; 501,192,531 views


3. Shakira - Waka Waka(This Time for Africa); 451,603,556 views


4. Lady Gaga - Bad Romance; 451,120,167 views


5. Eminem - Love The Way You Lie ft. Rihanna; 437,947,726 views


6. Charlie bit my finger - again !; 426,305,215 views


7. LMFAO - Party Rock Anthem ft. Lauren Bennett, GoonRock; 390,873,446 views


8. Eminem - Not Afraid; 321,474,885 views


9. Justin Bieber - Never Say Never ft. Jaden Smith; 304,062,562 views


10. Justin Bieber - One Time; 287,071,749 views




Os milionários não têm coração


Segundo um estudo publicado na Psychological Science, os milionários possuem muitas coisas, mas a empatia não é uma delas. Poderíamos quase dizer que os ricos não têm coração, por isso, se está à procura de sócios ou quer ajuda económica para algum projecto, não a procure em alguém rico e canalize os seus esforços a reunir auxilio de pessoas como você.
As classes económicas com menores rendimentos enfrentam inúmeras circunstâncias que as obrigam a “ler” as pessoas para tomar decisões, aproveitar oportunidades ou fazer advertências. A empatia é algo praticado muito mais entre as pessoas menos favorecidas, pois ao enfrentar problemas em comum, tendem a prestar ajuda num esforço comum de fortalecimento.
As pessoas das classes mais baixas enfrentam problemas e enganos, com origem no meio social, nas instituições, das pessoas mais poderosas, pelo que estudam mais cuidadosamente quem as pode enfrentar e estabelecem alianças com os que consideram iguais.
Os ricos, ao contrário do resto da população, não desenvolvem a empatia, tratando-se essencialmente uma consequência do ambiente social em que vivem. Essa foi a conclusão a que chegaram os investigadores da Universidade de São Francisco, na sequência de um estudo envolvendo 200 trabalhadores, alguns com formação académica e outros sem essa formação.
A estes 200 voluntários foram mostradas fotos de diversos rostos expressando várias emoções. Na grande maioria, quem acertou na identificação das emoções expressadas nos rostos foram os trabalhadores com menos formação académica.
A empatia é um factor que indica a predisposição para actuar em beneficio dos outros, pois se não se puder determinar as necessidades de quem nos rodeia, não se pode fazer nada por eles.
Numa segunda fase da experiência, estes mesmo voluntário realizaram entrevistas, no intuito de identificarem pessoas do mesmo escalão económico, e novamente, por esmagadora maioria, os que melhor identificaram os seus pares foram os mais pobres.

Fonte | Healthland

Coisas onde vale a pena gastar o dinheiro


- Gastar tempo que não tem, a passar bons momentos com a sua esposa(o), filhos, irmãos(ãs), mesmo que depois tenha de o “pagar” com mais trabalho ainda.

- Comprar aquele brinquedo tão desejado pelo seu filho, sobrinho ou irmão mais novo e poder ver a cara deles quando lho dá.

- Fazer o seu prato favorito, para si e para a sua cara-metade.

- Pagar um almoço na companhia dos seus amigos.

- Pagar mais em estacionamentos ou em serviços ao domicilio para não perder demasiado tempo em esperas, filas e amontoados de pessoas.

- Gastar em táxis que o levem e tragam das festas, bares ou discotecas, para que possa beber à vontade, sem medo de nada, principalmente de soprar no balão.

- Se o seu orçamento o permitir, um dia num spa na sua cidade, com uma massagem relaxante.

- Usar algum tempo das suas férias fazer aquele curso que tanto queria.

- Uma pequena prenda para si, que seja testemunho do bom trabalho que tem feito. Mas apenas essa prenda e nada mais.

domingo, 4 de março de 2012

Poupar atrai felicidade !!!!



A importância de poupar, especialmente em tempos de recessão económica ou de crise aumenta exponencialmente. Poupar é sempre importante e agora ainda mais, uma vez que uma economia doméstica que se ajusta consoante os nossos ganhos dá-nos uma sensação de maior tranquilidade. Numa situação de crise, o crédito é mais difícil de obter, pelo que se surgir algum imprevisto e não tivermos nenhum dinheiro de “reserva”, poderemos ter graves problemas a enfrentar.

Se precisarmos de adquirir por exemplo um electrodoméstico, um carro ou fazer face a qualquer imprevisto (multas, desemprego, etc.), obter financiamento, além de ser um custo acrescido, poderá ser um problema perante as entidades financeiras, além de enfrentarmos ainda um maior stress, prejudicando a nossa saúde.

As razões que podemos encontrar para poupar são muitas, mas por vezes esquecemos uma das mais importantes, a tranquilidade e a felicidade. Poderá parecer algo estranho este argumento, mas qual é verdadeiramente a importância da poupança no que diz respeito à felicidade? Em princípio, poupar não é razão para nos fazer mais felizes, mas se tivermos capacidade para poupar dinheiro, o nosso nível de stress e as preocupações diminuem consideravelmente, e consequentemente a poupança irá ser uma razão para que os nossos níveis de felicidade não diminuam.
Muitos dos conflitos familiares têm raízes em problemas económicos que frequentemente terminam em ruptura da família. Ter um “colchão” financeiro para imprevistos sempre nos dá alguma tranquilidade e evita conflitos.
Não quer dizer que devemos ser poupadores compulsivos, já que isso de certa forma conduz também à infelicidade. Se apenas pensarmos em poupar dinheiro e não gastarmos nada, tornando isso numa obsessão e não usufruindo de momentos de prazer e de ócio, iremos conduzir a nossa vida na direcção contrária à felicidade.
A poupança de que falamos é uma poupança sem grandes obsessões nem pretensões, tratando-se apenas de poupar um pouco todos os meses para não termos de viver dependentes do saldo da nossa conta bancária, nem que qualquer imprevisto se torne em algo dramático.
Exemplos existem muitos, mas se chegamos normalmente ao dia 20 de cada mês e já estamos com a conta a vermelho e chegando ao dia 23 se estragar a máquina de lavar roupa, isso será um grande problema. Ou se tivermos de pagar o seguro do carro e o banco devolve o recibo por falta de saldo. Exemplos são muitos e certamente que a maioria de nós já passou por alguma situação semelhante e saberá exactamente do que estamos a falar.
Este tipo de situações produz um grande stress e são fonte de conflitos familiares.
Muitas dessas situações podem ser evitadas se a família tiver um plano de poupança definido. Esta poupança irá permitir planear e racionalizar os gastos para podermos chegar ao dia 30 do mês (em vez do dia 20) e permite-nos poupar um pequeno valor para os gastos extras (seguros, férias, etc.) e imprevistos (multas, impostos, etc.).
Muitas pessoas pensam simplesmente que é impossível poupar. Neste caso, podemos fazer uma pequena reflexão: “se devido à crise a sua empresa lhe baixasse o salário em 50%, seria capaz de sobreviver?” A resposta a esta questão seria provavelmente positiva, porque temos de nos ajustar ao que ganhamos. Então se pode viver com menos 5% de vencimento, também pode poupar os tais 5% para uma conta poupança.
A poupança, em muitos casos, pode ser feita através de pequenos gestos e rotinas. Continue a seguir-nos para conhecer todos os conselhos que lhe podemos dar a esse respeito.
Será importante recordar que se planearmos fazer uma poupança em relação à economia familiar, devemos ter a participação activa de todos os membros da família, pois é a única forma de remar na mesma direcção. Assim se estabelecermos hábitos para poupar electricidade, poupar nas comprar, e outros, esses hábitos devem ser partilhados por todos, caso contrário torna-se num esforço inglório.
Para terminar, vamos dar um pequeno exemplo. Se formos capazes de poupar 50 euros todos os meses durante 30 anos e o a poupança for remunerada com juros de 3% (muitas contas bancárias pagam facilmente essa taxa), passados 30 anos essa pessoa terá na conta 29.136 euros. Se o rendimento for de 5% (títulos do tesouro), após 30 anos a sua poupança irá ser de 41.612 euros. Tudo isso apenas poupando 50 euros todos os meses. Se ensinarmos uma criança a poupar, quando chegar à idade da sua independência, já poderá ter poupado um valor bastante mais do que razoável para começar a sua vida sem a ajuda dos pais.

Limite de endividamento



Tomar a decisão de pedir um crédito é uma questão muito importante, mas ainda mais importante é determinar qual é o nosso limite de endividamento ou capacidade de endividamento.
Limite de endividamento significa medir qual a capacidade que se tem para fazer pagamentos, permitindo conhecer qual é o limite de endividamento em que podemos incorrer.
Dito de outra forma o limite de endividamento é a capacidade que temos para nos endividarmos sem cair em incumprimento, onde a ideia principal é que se possa ter o encargo de pagamento de uma divida sem que tal prejudique o seu orçamento familiar e capacidade de pagamento.
A lógica será que uma pessoa não possa fazer um empréstimo e comprometer-se a pagar uma prestação maior do que as suas possibilidades.
Em geral, a maioria das entidades financeiras recomenda que não nos devemos endividar numa percentagem superior a 35% dos nossos rendimentos mensais. Com este valor em vista é que é calculada a capacidade máxima para se poder fazer um empréstimo.
Para fazer o cálculo da sua capacidade de endividamento, é necessário ter em conta os rendimentos e gastos fixos que suporta mensalmente.
Desta forma podemos utilizar a seguinte fórmula matemática para calcular o nosso limite de endividamento:

C.E. = (R.M. – G.F.) x 0.35

Onde:
C.E.: capacidade de endividamento
R.M.: Rendimentos mensais totais: a soma de todos os rendimentos
G.F.: Gastos Fixos mensais: é preciso contar com todos os pagamentos, pagamentos de cartões de crédito, rendas ou prestações de outros empréstimos.

Traduzindo esta equação, podemos dizer que a capacidade de endividamento é igual aos rendimentos mensais totais menos os gastos fixos mensais, o que dá como resultado o nosso rendimento líquido mensal. A este resultado é aplicada uma percentagem não maior do que 35%, o que dá como resultado final o total de rendimentos líquidos mensais que poderemos destinar ao pagamento de uma prestação mensal referente ao crédito solicitado.
Não se esqueça de incluir nestas contas todos os valores referentes ao seu agregado familiar, para que este cálculo seja efectivamente real.
É importante não esquecer que quando se toma o encargo de pagar uma prestação, a mesma terá e deverá ser cumprida todos os meses, durante todo o período em que ele decorrer, pelo que é aconselhável, antes de assumir esse encargo, que se façam as contas, somando todos os gastos fixos mensais e verificar se o dinheiro que sobra é suficiente para pagar a prestação, sem que tal nos prejudique no nosso orçamento mensal.

O dinheiro é pouco? Economize .....



Como economizar quando o dinheiro é pouco? Esta é o dilema com que muitos se deparam todos os meses. Como posso poupar se tenho menos do que preciso para viver? Bom, temos de começar pelo básico, sendo as primeiras necessidades do ser humano a alimentação, e alojamento e o vestuário. Todas as restantes necessidades foram criadas em função da vida moderna, embora afectem a nossa vida, sobretudo de necessitamos de fazer alguns investimentos de forma a manter as nossas fontes de rendimento.

Como economizar se o dinheiro não dá para todo o mês?

Há alguns anos, a meio de uma grande crise, uma empresa reuniu os seus empregados e disse-lhes que não era possível manter o negócio e que ou teriam de reduzir o pessoal em 30% ou então diminuir os salários em 30%, tendo deixado os funcionários tomar essa decisão. A decisão deles foi pela diminuição do salário.
Isto apenas significa que as pessoas podem adaptar-se a uma redução dos seus rendimentos, comendo menos, fazendo mais sacrifícios, gastando menos ou deixando de sair por uns tempos, procurando outras formas de economizar, pedindo coisas emprestadas ou alugando-as em lugar de as comprar. etc.
No passado se me tivessem feito essa pergunta: Como economizar se o dinheiro não dá para todo o mês? Provavelmente não teria sabido responder convenientemente a esta questão, no entanto, agora tenho algumas ideias que espero possam ser úteis.

Ideias para economizar quando o dinheiro é pouco

  1. Ir poupando uma percentagem do nosso rendimento. Coloque de lado, digamos uns 5% ou 10% de tudo o que ganha e tentar viver com o restante. Tenha sempre em mente que deve “economizar primeiro e gastar depois”.
  2. Economizar a pouco e pouco. Você pode economizar guardando os cêntimos dos trocos, que não sendo grande coisa é sempre algo, por pouco que seja. Esta é uma forma típica de economizar, uma vez que nunca devemos menosprezar o poder dos pequenos esforços feitos de uma forma constante.
  3. Simplesmente administre o seu dinheiro eficientemente. O que quer isto dizer? Podemos dizer que só podemos começar a administrar o nosso dinheiro quando ele sobrar, o que só irá acontecer se fizermos uma administração eficiente dos nossos rendimentos e dos nossos gastos. Faça um orçamento e cumpra-o. Custa um pouco fazer menos gastos do que aquilo a que estamos habituados e há sempre algum gasto imprevisto de que não estávamos à espera, mas devemos tentar sempre cumprir as metas do nosso orçamento, na medida do possível.

sábado, 3 de março de 2012

Previsão de despesas a 3 meses das férias



Aproximamo-nos das férias e como muitos de nós não vão ter subsídio, apresento um conselho para poupar dinheiro fundamental que é fazer uma previsão para os gastos dos próximos três meses, de forma a evitar cair em números perigosos para o nosso orçamento familiar. Além dos gastos fixos como a luz, internet ou gás iremos ter gastos extraordinários como jantares ou prendas.
Em primeiro lugar devemos apontar os gastos fixos que temos pela frente. São os gastos habituais de cada mês, prestação da casa, luz, gás. De seguida devemos apurar os gastos extraordinários como seguros, impostos, contribuições, etc.
Uma vez conhecidos esses gastos fixos devemos começar a criar um orçamento familiar para os próximos meses. Se aparecer algum gasto extraordinário que não havíamos anotado devemos tomar nota pois essa informação será muito valiosa para o próximo ano.
Esta previsão de gastos deve ser feita não apenas para a época férias como para todos os trimestres do ano. Se guardarmos essa informação num caderno ou numa folha de Excel poderemos no futuro ajustar o nosso orçamento e desta forma iremos conseguir mais facilmente poupar dinheiro e não ter problemas quando tivermos de enfrentar os gastos, evitando assim cair nos famosos créditos rápidos, mas a taxas de juro exageradas.
Uma vez conhecidos os gastos que iremos ter de enfrentar devemos reservar algum dinheiro para eles. Agora que se aproxima a época férias podemos ir começando a fazer compras para evitar ter de as fazer todas juntas no meses de verão e a preços mais caros. Se nos quisermos adiantar podemos ir comprando comida para congelar e a planear os locais para visitar.
É também importante quando fizermos o nosso orçamento familiar que se reserve um determinado valor para os gastos imprevistos. Se não for preciso esse dinheiro podemos guardar uma parte para o futuro e para podermos ter capacidade de enfrentar qualquer gasto imprevisto.
Um exemplo de gastos imprevistos são por exemplo as reparações. Imaginemos que guardámos 50 euros por mês para gastos imprevistos. Durante 4 meses não necessitámos desse dinheiro pelo que já deveremos ter poupado 200 euros, mas no quinto mês estraga-se a máquina de lavar roupa e temos de comprar uma nova. Graças a este pequeno fundo podemos pagar uma nova máquina sem a necessidade de financiamento e sem rombos no nosso orçamento familiar.

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