quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Dicas para tornar as crianças parceiras na economia familiar


Muita gente me pergunta sobre como reduzir gastos, diminuir despesas e criar mais recursos financeiros, e sempre explico que qualquer mudança deve incluir os familiares: esposo ou esposa, filhos e agregados. Em geral, quando menciono a família há um sentimento de dificuldade: “mas eles não colaboram…”
A questão que precisa ser observada é que toda mudança começa com a conscientização: há um problema que precisa ser resolvido. Assim, pensando em solucionar e não criticar é que começa o caminho para ensinar aos membros da família, sobretudo crianças, o conceito de economizar para garantir tranquilidade material não só para quem trabalha e traz dinheiro para casa, mas para todos os elementos da família. Isso é algo fundamental para que todos se sintam envolvidos numa nova postura no uso do dinheiro e no consumo.
Criticar e apontar que as crianças querem tudo o que veem no supermercado ou no shopping de nada ajuda, até porque elas vão a estes lugares por indicação dos adultos e assistem propagandas massivas de novos produtos para consumirem o tempo todo, seja na TV ou internet. Daí colocar a responsabilidade nas costas das crianças e adolescentes é mirar na direção errada: a questão está em ensinar os jovens desde cedo que tudo pode sim ser comprado, adquirido, desde que com planejamento e bom senso, usando o caminho da razão e não o da emoção.
Crianças são criativas e os adolescentes imediatistas, querem tudo logo e não aguentam esperar. Com o dinheiro podemos ensinar valores que irão ajudar muito no futuro: a criatividade em pensar em formas de fazer dinheiro e o conceito de tempo e movimento para alcançar objetivos que vão além do prazer imediato. Assim sendo, listei algumas dicas para estimular a economia na família para as novas gerações:
01 – Crianças pequenas podem e devem conhecer o dinheiro desde cedo: com três anos uma criança tem noção que há uma troca entre notas ou moedas e certos bens. Mostre a ela moedas, explique seu valor e faça comparações do tipo uma nota de R$ 2 equivale a cinco moedas de R$ 0,50 ou duas de R$1, e com este valor é possível comprar uma barra de chocolate de R$ 2, ou duas barras de R$ 1, ou quatro bombons de R$ 0,50. Ao mesmo tempo em que a criança entende o conceito de valor desenvolve os primórdios do raciocínio matemático.
02 –  Crianças maiores, que entendem a relação dos valores do dinheiro devem ir no supermercado com os pais com a seguinte missão: com calculadora na mão, fazer com que a compra não saia mais cara do que um certo valor. Defina o quanto vai gastar, faça uma lista e estimule o pensamento da criança para que ela veja a atividade de fazer compras com itens determinados e um orçamento claro um jogo onde ela ganha pesquisando o que tem o melhor preço ou a melhor relação custo benefício. Faça-a participar da compra de forma lúdica e divertida.
03 – Adolescentes ou crianças já crescidas sabem que precisam economizar, mas não o fazem porque não tem um objetivo claro a alcançar. Converse com o jovem e pergunte o que ele gostaria de comprar e analise o valor. Estabeleça um plano de como conseguir juntar o dinheiro, de qual maneira e em quanto tempo. Explique que, para alcançar o objetivo, serão precisos cortes no consumo de certos itens para economizar – e nisso vale incluir a despesa doméstica, como água, conta de celular, luz e outros custos – enfatizando que isso pode levar um certo tempo e que precisará do comprometimento e do empenho do jovem e seus familiares.
04 – Pagar por tarefas domésticas não é a forma mais educativa para ensinar a economizar, até porque ajudar a família a manter a casa em ordem é algo que todos os membros familiares devem fazer sem exigir remuneração – todos estão comprometidos com o bem estar da casa e assim não precisam ser pagos para viverem juntos sem sobrecarregar tarefas a um ou outro. O que pode ser remunerado é a atividade extra, como o jovem que lava o carro dos pais (que iriam pagar um serviço de terceiros) ou algo que não é atributo do cotidiano familiar, como pintar paredes ou colocar pisos.
05 – Explicar a economizar para crianças e adolescentes implica em ser o exemplo: de nada adianta pedir para que controlem o uso da água se os adultos são os primeiros a desperdiçar. O discurso tem que ser coerente com a atitude, até porque ensinamos muito mais por nossas ações do que pelas nossas palavras. Seja o exemplo de economia da família e faça com que os outros adultos tenham a mesma postura.
06 – Cuidado com informações sobre seu salário ou investimentos para crianças e adolescentes que, em sua ingenuidade e mesmo pretensão, podem revelar para terceiros – colocando tanto a questão do risco de exploração pelos marginais quanto gerando conversas indesejáveis, vindas de terceiros, sobre quem tem mais ou menos. Evite também divulgar dados confidenciais a crianças e jovens, como senhas de banco ou internet, valores pagos para o Fisco, valores de compra de bens duráveis para que sua vida não se torne extremamente exposta a desconhecidos.
07 - Os valores das despesas domésticas podem ser divulgados aos pequenos e adolescentes desde que com critério: explique o valor de uma conta de luz comparando-a com meses anteriores, estimulando uma análise de economia, se houve redução ou aumento e qual o motivo que pode ser a estação do ano, o aumento de visitantes ou outros aspectos. Mostre que há uma data para pagamento e que deve ser feito em dia, para não gerar multas e juros.
08 – Adolescentes querem saber de ter coisas, mas nem sempre se interessam pelo seu valor, portanto explique e compare custos para facilitar o aprendizado estratégico deles com a economia. Compare quanto custa uma bicicleta incrementada desejada mostrando que com o valor é possível comprar um fogão ou ainda outro bem durável. Isso ajuda também o jovem a valorizar e conservar o bem que tem ou irá ter de forma planejada.
Muita gente acha complicado explicar economia para os filhos porque, no fundo, não se sente preparada por ainda se achar descontrolada financeiramente; isso é um engano. Só a vontade de ensinar e estimular crianças e adolescentes a poupar para o futuro demonstra maturidade e liderança em gerir as próprias finanças. Experimente ensinar seus filhos e verá que quem mais irá aprender a economizar e valorizar cada centavo conquistado pelo seu trabalho ou produção será você. Portanto, comece já! [Por Suyen Miranda - Vila Mulher]

Poupar na farmácia


Há um tempo venho pensando em escrever sobre como economizar um dinheiro na farmácia. Ao longo de algum tempo, fui reunindo algumas informações simples mas que podem ajudar muito a economizar quando vamos a uma farmácia.
Genéricos - Procure o medicamento genérico daquele que você vai comprar e, se possível, peça para o médico colocar na receita o nome genérico do remédio. (Ex.: Dipirona, Paracetamol, Ácido Ascórbico…)
Amostras grátis - Sempre pergunte ao seu médico se ele têm amostras grátis dos remédios prescritos.
Farmácia popular - Atualmente muitas farmácias do país vendem medicamentos básicos com preços subsidiados pelo governo. São as farmácias populares.
Redes de farmácias - Algumas das maiores redes de farmácias dão descontos em medicamentos sem que você precise ter um cadastro ou cartão deles.
Cartão Fidelidade - Já outras farmácias possuem programas para fidelizar o cliente, dando descontos que podem chegar a 30% do preço original do medicamento. A maioria são grandes redes também.
Laboratórios - Poucas pessoas sabem, mas alguns laboratórios possuem programas que dão descontos para pacientes que fazem uso de medicamentos de uso contínuo. Podem chegar a 50% do preço original.
Xampu, sabonete e pasta de dente - Os especialistas dizem que esses três produtos básicos de consumo têm praticamente o mesmo efeito, independente da marca e preço. Então, pode comprar o mais barato sem prejuízo para sua saúde.
Postos de saúde - Alguns medicamentos podem ser encontrados em postos de saúde, sem nenhum custo.
Pesquisa de preços - Essa dica é bem óbvia, mas vale sempre lembrar. Pesquisar os preços entre as farmácias e os produtos oferecidos também é uma excelente forma de economizar.
Cuide da saúde - Por último, precisamos sempre lembrar que a prática de exercícios regular pode evitar que você fique doente e vá a farmácia com frequência. [Pai Rico]

Dicas de especialistas para os pais na hora de negociar os reajustes das mensalidades escolares


Já foi dada a largada para o período de matrícula e pré-matricula nas escolas privadas do Rio. Junto com o bilhetinho aos pais da necessidade de se reservar a vaga dos filhos no próximo ano letivo, vem o não tão agradável reajuste das mensalidades.
A média de aumento, segundo o Sindicato das Escolas Particulares do Estado do Rio (Sinepe-RJ), deve variar de 10% a 12%, quase o dobro da inflação do setor. A diferença pode ser ainda maior, já que cada escola tem liberdade para repassar custos einvestimentos.
Para as entidades de defesa do consumidor, o reajuste não poderia ultrapassar os 6,93% — índice de inflação acumulado nos últimos 12 meses até setembro, medido pelo IPCA da Educação (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE.
“Qualquer reajuste que esteja acima de 7% é um aumento sem justificativa, pois já estamos considerando o custo setorial que é medido pelo IBGE. Valores além desse percentual é considerado por nós como uma vantagem exagerada da escola. O IPCA da Educação é uma maneira dos pais se balizarem e saberem se a instituição de ensino está cometendo abusos ou não”, avalia o gerente técnico do Idec (Associação de Defesa do Consumidor), Carlos Thadeu de Oliveira.
Além do índice, o especialista orienta que os pais peçam à escola uma planilha de custos, indicando gastos e investimentos, que justificariam o aumento na mensalidade do próximo ano.
“Os pais têm direito a saber o que majorou aquele preço, quais foram os fatores, se foi a inadimplência ou o reajuste salarial dos professores. É preciso que isso seja comprovado. Caso contrário, fica latente a inadequação do reajuste”, afirma Carlos Thadeu.
Quando a lista de material não é legal
A famosa listinha de compras do início do ano letivo também deve ser vista com desconfiança pelos pais. Quando a instituição de ensino vincula o material escolar a marcas e valores específicos, eles podem discordar da escola e optar pelos produtos que mais os agradam ou que pesam menos no bolso.
Questionar se determinados itens da relação são de uso individual do aluno ou coletivo, e da escola, também é direito dos pais.
“Se cada criança tem que levar mil folhas de papel A4, sabe-se que vai sobrar muito papel. Logo, o pai deve desconfiar se a escola não vai transferir isso para uso administrativo, algo que não tem relação direta com o incremento da educação do aluno”, avalia Carlos Thadeu, do Idec.
Para o especialista, a lista de material escolar deve ser discutida entre pais e direção junto com o aumento da mensalidade.
A FAMÍLIA FRENTE A FRENTE COM A ESCOLA
Perfil
Educador financeiro, Reinaldo Domingos traça o perfil de cada família e orienta como os pais devem avaliar o orçamento familiar antes de negociar o reajuste da mensalidade escolar.
POUPADORA - Se além de manter as contas da casa em ordem ainda sobra dinheiro para você colocar na poupança ou aplicar em algum investimento, parabéns, você faz parte de uma realidade de poucos no Brasil. Para Reinaldo Domingos, esse perfil de família tem mais ferramentas para negociar o valor da mensalidade do próximo ano letivo. No entanto, antes de pensar em números, os pais devem ter uma conversa franca com os filhos para ter certeza se é válido mantê-los na mesma instituição.
O passo seguinte é saber quanto vai custar a mensalidade e orquestrar com familiares e vizinhos uma espécie de ação de “compra em atacado”. Isto é, levar o maior número de pais e negociar, com a direção da escola, um bom abatimento na mensalidade e na matrícula.
EQUILIBRADA - Sem dívidas, mas também sem dinheiro de sobra. Esse é o perfil de família que mantém o orçamento no cabresto e, por isso, tem certa dificuldade em administrar despesas além do previsto. Logo, dificilmente terá o dinheiro para fazer a matrícula do filho agora, em outubro e novembro.
Se você se enquadra nesse perfil, a dica do economista é apelar para a sensibilidade da direção. Mostre que seu filho quer continuar no colégio, mas que você não tem condições de pagar a matrícula à vista, apenas parcelada. Como empreendedora que é, a diretora não vai querer perder um aluno e fará de tudo para ter uma boa negociação com você.
ENDIVIDADO -É aquele grupo que tem diversos cartões de crédito e muitas compras parceladas. Isto é, gasta mais do que pode. Apesar de levar o orçamento como se fosse um garçom equilibrista, essa família consegue pagar tudo, mas nunca tem um alívio nas contas.
Se sua família vive assim, a dica é fazer uma planilha dos atuais gastos e avaliar se o aumento na mensalidade da escola dos filhos vai caber, de forma parcelada, nas demais despesas da casa. Se perceber que há condições de arcar com mais uma parcela no orçamento, sem o risco de cair na inadimplência, vá até a direção da escola e negocie o parcelamento. Fique ligado: tenha na ponta da língua o valor da parcela que você pode pagar e o número de vezes. Com isso em mãos, apresente você a proposta à escola.
INADIMPLENTE - Com as contas no vermelho, essa família vai ter de tomar decisões radicais para manter o filho na escola particular, como derrubar os gastos em até 40%.
PLANO - Faça um plano de guerra para sanar as contas e apresente para a direção da escola como um meio de assegurar o compromisso de pagar o que está devendo. Paralelamente, busque uma segunda opção, uma escola com uma mensalidade menor ou até uma pública.
Para Reinaldo Domingos, apesar de ser vista com desconfiança, a família inadimplente tem um ponto a seu favor: a necessidade da escola ter o retorno das mensalidades em atraso. Logo, a renegociação pode ser viável.
Critérios pedagógicos
Na hora de fazer a rematrícula, os pais costumam levar em conta questões como o valor da mensalidade e o nível do ensino, mas acabam deixando de considerar outros pontos igualmente importantes na educação dos filhos.
Para Daniela Guimarães, professora da Faculdade de Educação da UFRJ e especialista em Educação Infantil, o ensino para crianças não deve levar em conta só o conteúdo.
“Os pais devem desviar de escolas focadas no treinamento. É preciso procurar escolas em que haja espaço para a prática cultural, para o diálogo, onde as crianças produzam de acordo com a idade delas”, orienta Daniela.
De acordo com a pedagoga, aspectos como o projeto político-pedagógico da escola e a formação dos professores devem ser considerados. “Uma escola que tenha alta rotatividade de professores, por exemplo, não é bacana. É preciso que haja projeto de formação continuada dos profissionais. Outro ponto importante é o espaço para participação dos pais”, afirma.
Atualmente, é comum crianças participarem de diversas atividades além da escola. Para a professora, isso deve ser feito de forma moderada. “É preciso cuidado com o excesso de especialização. Tempo para brincar é fundamental para a formação das crianças. Muitas vezes, o ócio é produtivo”, conclui. [O Dia]

Inmetro exigirá que novas máquinas de lavar roupa gastem menos água e energia


As novas máquinas de lavar roupa terão que gastar menos água e menos energia elétrica. Só os equipamentos mais eficientes vão conseguir o selo do Inmetro com a letra “A”.
A etiqueta de consumo de energia foi a primeira coisa que dona Maria Isabel olhou quando chegou à loja pra trocar a máquina de lavar.
“A minha já é bastante antiga. Então estou olhando justamente por causa disso mesmo. Para trocar por causa do consumo de energia mesmo”, contou Maria Isabel Sales, aposentada.
E o consumidor vai poder economizar ainda mais na conta de luz. Uma portaria do Inmetro, que será publicada no mês que vem, determina que os fabricantes terão que seguir regras mais rigorosas para que os produtos tenham o selo de economia com a letra “A”.
O novo modelo deve ser de 15% a 20% mais econômico. E as lavadoras terão uma nova etiqueta pra facilitar o entendimento do consumidor.
“Tiramos uma série de informações da etiqueta que não eram importantes. Que falavam do Inmetro, que falavam dos parceiros do Inmetro, isso foi reduzido, foi enxuto. De tal forma que a área da etiqueta possa ficar com informações mais claras. Por exemplo, claramente dizer quanto que aquela máquina consome de água numa lavagem. É claramente dizer para o consumidor quanto que ele vai gastar de energia”, afirmou Gustavo Custer, gerência de regulamentação Inmetro.
maquina-de-lavar-roupa
Em uma fábrica, em Belo Horizonte, foram dois anos de pesquisa até conseguir melhorar o desempenho dos equipamentos.
“A gente tem conseguido cada dia mais vender mais máquinas estando com selo Procel e “A” no Inmetro”, disse Marcelo Soares, diretor industrial.
As novas lavadoras devem chegar ao mercado no início do ano que vem. E nos próximos 24 meses todas as lojas já devem ter os modelos mais econômicos.
“É melhor pagar mais e levar um produto que consuma menos”, contou uma mulher.
“Tem que economizar. Porque aí você compra mais roupa pra lavar mais”, revelou um homem. [G1]

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal 2012


Desejo a todos os visitantes do Fazer Euros na Net um excelente Natal e que todos os desejos de saúde, felicidade e paz se concretizem porque vocês merecem.

Bem haja a todos.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Um bilhão de reproduções. Será?


O clipe de “Gangnam Style”, do Psy está bem perto de superar nesta sexta-feira um bilhão de reproduções no site YouTube, um número nunca alcançado até agora.



Hoje, por volta das 10h30, o vídeo estava com a marca de pouco mais de 998 milhões de visualizações, apenas cinco meses depois de ter sido publicado no YouTube. Será que ele consegue? Seria a profecia se concretizando? Brincadeiras á parte, “Gangnam Style” pode se tornar verbete de dicionário britânico. A canção hit de Psy, foi escolhida ao lado do termo “abismo fiscal” para se tornar palavras do ano do Collins Dictionary.

O Collins recebeu mais de 7 mil sugestões para a sua base de dados online. Doze palavras do ano – uma para cada mês – foram então selecionadas com base na frequência com que são pronunciadas, em quantos lugares apareceram e sua longevidade no discurso público.
Fazer parte da lista do ano de palavras do Collins, no entanto, não é garantia de inserção no dicionário seguinte.


sábado, 22 de dezembro de 2012

A ponte mais perigosa do mundo

ponte perigosa
A ponte suspensa de Hussaini (Hussaini Hanging Bridge), no Paquistão, é considerada a ponte mais perigosa do mundo.
A ponte, como outras da região, é velha, estreita e algumas partes estão faltando e, não só continuam sendo usadas pelos habitantes dos pequenos vilarejos, como também são o único meio deles alcançarem as cidades maiores do norte do país.
Conhecida internacionalmente pelos turistas mais aventureiros, a ponte de cordas sobre o lago Borit, é uma das atrações turísticas do Paquistão.



sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Dicas para promover o seu negócio


Fazer marketing está quase no DNA das grandes empresas. São milhões de reais gastos todo ano para fortalecer a marca, atrair novos consumidores e crescer. No universo das pequenas empresas, salvas as proporções, também é possível conseguir estes objetivos fazendo pouco ou até mesmo nenhum investimento.
A lenda de que marketing é coisas para as gigantes deve ser esquecida. Com ações simples e baratas, os empreendedores conseguem promover o negócio gastando pouco. Um dos segredos é saber explorar bem as fontes de contato com os clientes, sem que isso exija custos extras.
Confira a seguir conselhos de quem entende como fazer o marketing do seu negócio com pouco dinheiro.
01. Atenda bem - Todo mundo está cansado de saber o poder do boca a boca. O cliente bem atendido volta e ainda recomenda o negócio, gerando um marketing de graça para a empresa. O problema é se o atendimento não convence. Atendentes sem preparo, mal informados ou antipáticos destoam de qualquer investimento ou estratégia de ter a loja mais bonita ou o preço bem calibrado. “O que faz fidelizar é o atendimento, o sorriso no rosto. É treinamento e custa pouco”, afirma o coordenador do MBA de Gestão de Marcas da Trevisan Escola de Negócios, Marcos Hiller.
Por isso, observe detalhes na sua empresa que poderão ser notados pelo cliente e podem passar como desleixo, como uma funcionária com o esmalte das unhas descascado ou pó nas prateleiras. Para estimular que seus empregados se esforcem em atender melhor, promova um café da manhã com eles e faça uma reunião para que cada um compartilhe aspectos positivos e negativos do último mês, por exemplo.
02. Faça ações de relacionamento - Uma propaganda massificada pode não trazer tantos resultados como uma direcionada ao público-alvo da sua empresa, seja para os que já são clientes como para os novos. Por isso, vale apostar no entorno do seu negócio através de ações de relacionamento.
Faça cartões de fidelidade, mesmo aqueles simples, que oferecem descontos quando tiver um número mínimo de carimbos de compras anteriores. Se fizer o cadastro do cliente, use-o da melhor maneira possível. Ofereça desconto quando ele fizer aniversário, avise quando tiver algo especial ou sobre a chegada do produto que ele mais gosta.
03. Faça parcerias - Para buscar novos clientes, monte estandes temporários em empresas relacionadas à sua área de atuação ou em prédios comerciais. É importante que sejam próximos da sua empresa para que o cliente em potencial vá te visitar depois.
Contate o RH de uma academia se você vende produtos naturais, por exemplo, ou converse com o síndico destes prédios para expor os sapatos da sua loja. Geralmente, essas parcerias não têm nenhum custo e a exposição dura um ou dois dias. Ofereça um desconto especial no estande, por exemplo.
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04. Esteja nas redes sociais - “As redes sociais são mais uma munição no processo de comunicação de marketing. É mais envolvente, mais barato e mensurável”, explica Hiller. No Foursquare, ofereça um desconto para quem fez check-in no seu estabelecimento. No Facebook, crie uma fanpage com o nome da sua empresa, divulgue informações, novidades e monitore o que o público comenta.
O mesmo vale para o Twitter, onde você ainda pode rastrear pessoas que estejam próximas do seu empreendimento e convidá-las a visitar para conhecer e, quem sabe, comprar seu produto.
Monitorar as redes sociais, porém, exige tempo. Se quer resultados, pense em contratar alguém, como um estagiário de marketing, para fazer este trabalho. “Este tipo de ação gera efeito apenas no médio e longo prazo”, diz Hiller.
05. Agregue valor - Use o e-mail marketing para agregar valor à sua marca. Anuncie promoções ou dicas relacionadas ao seu negócio.
Cada vendedor pode ter a sua carteira de principais clientes para estreitar o contato e informá-los sobre promoções e produtos.
“Não precisa de investimentos. Basta agilizar o processo com uma planilha de Excel”, resume Marchi sobre o cadastro dos clientes. Aproveite os horários de baixo movimento para organizar e aumentar esta lista futuramente.
06. Fature com as compras coletivas - Anunciar seu negócio em sites de compras coletivas traz benefícios e exige cuidados. Alguns pontos devem ser esclarecidos para não deixar clientes insatisfeitos. “Na compra coletiva, você não ganha dinheiro, mas sim clientes”, diz. O objetivo é oferecer seu serviço ou produto a um preço bem baixo, que cubra o seu custo e ajude a atingir consumidores em potencial.
Aproveite a presença do cliente na sua loja e abuse do bom atendimento para que ele leve outros produtos ou adquira novos serviços. “O fator de sucesso é fazer o agendamento inteligente e atender no menor tempo possível”, comenta Marchi. Ele sugere que o pacote vendido nestes sites não tenha uma validade muito longa. O ideal é que seja de um mês, para mensurar se a estratégia foi válida para o seu negócio ou se perdeu dinheiro. [Exame]

Poupar com a conta de luz no horário de verão


Desde domingo, dia 21/10/2012, os moradores das regiões Sul, Sudeste e do Centro-Oeste, além do Estado do Tocantins, adiantaram o relógio em 1 hora. O horário de verão vai até o dia 17 de fevereiro de 2013 e pode proporcionar redução na conta de luz.
A primeira atitude econômica é aproveitar o maior tempo de luminosidade, abrindo janelas, cortinas e persianas, adiando o horário de acender as lâmpadas de casa. No caso do consumidor que quiser ler um livro ou precisar estudar, a dica é usar a iluminação dirigida (spots) que, de acordo com a Eletrobras, gera economia.
O chuveiro elétrico é um dos grandes vilões do consumo de energia. Segundo dados da Eletrobras, o aparelho responde por cerca de 24% da conta de luz de uma residência. Com as temperaturas mais altas, coloque a chave na posição verão e evite usá-lo entre 18h e 21h, a medida pode significar uma economia na casa dos 30% em relação ao uso do chuveiro no modo inverno.
Outro grande consumidor de energia é o aparelho de ar-condicionado, responsável por 20% do consumo. Entretanto, como no Verão seu uso aumenta consideravelmente, este percentual pode aumentar, chegando a representar um terço do valor da conta de energia elétrica.
Mudança de atitude
Veja outras dicas para evitar o desperdício:
01 – Geladeira e freezer não devem ficar perto de fogão nem de outras fontes de calor, pois isso faz com que eles consumam mais energia para compensar o ganho de temperatura. Além disso, mantenha-os afastados pelo menos 15 centímetros das paredes para evitar o superaquecimento;
02 – Roupas e tênis não devem ser colocados atrás da geladeira, pois isso aumenta o consumo de energia;
03 – Se você desligar o chuveiro enquanto ensaboa o corpo e o cabelo, isso reduzirá o consumo de energia (no caso de chuveiro elétrico) ou de gás (quando o sistema for a gás) e também de água;
04 – Ao utilizar o ferro, passe de uma só vez o maior número de peças possível e deixe o aparelho na temperatura indicada pelo fabricante para cada tipo de tecido;
05 – Quando for jantar ou fazer um lanche, retire todos os ingredientes de uma única vez da geladeira. O abre-e-fecha faz com que o aparelho trabalhe mais para manter a temperatura e aumente o consumo de energia;
06 – Troque as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes, as quais gastam 60% menos energia;
07 – Utilizar monitor e TV do tipo LCD também ajuda bastante na economia;
08 – O standby é outro vilão da conta de luz, pois ele utiliza entre 15% a 40% de energia. Por isso, a dica é desligar diretamente nos aparelhos ou na tomada quando não estiverem em uso;
09 – Por fim, antes de comprar um equipamento, escolha eletrodomésticos de baixo consumo energético.
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Economia de R$ 150 mil
De acordo com as contas efetuadas pelo Instituto Akatu, a família média brasileira gasta cerca de R$ 42,60 com energia elétrica por mês. Se a economia mensal for de 25%, ao longo dos 72 anos de expectativa de vida do brasileiro, ela terá acumulado R$ 157 mil.
“Ao economizar energia elétrica, além de proteger o meio ambiente e evitar o aquecimento global, você poupa um bom dinheiro. Faça isso em casa e no trabalho”, orienta a entidade.
O Horário de Verão é um recurso adotado por diversos países no Hemisfério Norte (de março a outubro) e no Hemisfério Sul (outubro a março), entre eles Estados Unidos, Rússia, Austrália, Nova Zelândia, Chile, Paraguai, Uruguai e grande parte da Europa. [Uol]

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