sexta-feira, 17 de maio de 2013

Ah Pois é!...assim não há empregos...


Enviou-me uma amiga e decidi partilhar convosco.
O Ministério da Economia de Espanha estima que se cada espanhol consumir 150€ de produtos nacionais, por ano, a economia cresce acima de todas as estimativas e, ainda por cima, cria não sei quantos postos de trabalho.

Vejamos o que acontece em Portugal

O António, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt),
começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.
Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).
Vestiu uma camisa20(Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss).

Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.
Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro Saab (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego.

Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes.
Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...

Saiba como as pessoas agora estão fazendo para sobrar mais dinheiro nas suas casas


Muitas pessoas estão se surpreendendo com os resultados que estão tendo na economia de suas casas e o dinheiro começa a sobrar cada vez mais através de coisas be m simples atitudes que podem representar uma grande mudança na vida economica de cada cidadão.

O primeiro passo para saber a eficiência de energia em toda a casa é descobrir que partes gastam mais energia. Uma medição da quantidade gasta apontará essas áreas da casa e poderá sugerir quais são as medidas adequadas para diminuir os custos. Aqui, dicas do Departamento de Energia dos Estados Unidos para economizar dinheiro e energia:

DICAS GERAIS
Use lâmpadas fluorescentes compactas
Desligue o computador quando não estiver em uso
Conecte equipamentos eletrônicos, como TVs e DVDs, em filtros de linha. Quando os aparelhos não estiverem em uso, desligue o filtro. Eletrônicos em modo stand-by consomem muitos watts de energia
Tome rápidos banhos no chuveiro em vez de encher a banheira Lave apenas grandes volumes de roupas e louça
Verifique o selo de qualidade de energia em equipamentos domésticos

MÁQUINA DE LAVAR LOUÇA

Cheque o manual de instruções para verificar as recomendações para a temperatura da água. A maior parte de energia é utilizada para aquecê-la. Muitas máquinas têm elementos de aquecimento interno que permitem ajustar o aquecedor de água a uma temperatura mais baixa
Remova, sem enxaguar, pedaços de comida
Tenha certeza de que a máquina está cheia, mas não sobrecarregada, antes de ligar
Não use o modo "enxaguar" para apenas pouca louça. Para esse modo, a máquina utiliza de 3 a 7 galões de água quente
Deixe a louça secar sozinha. Se você não tem um botão automático de secagem à ar, desligue depois do enxágüe final e deixe a porta da máquina aberta

GELADEIRAS E FREEZERS
Procure por um refrigerador com controle automático de umidade. Esses modelos são construídos para prevenir acumulação de umidade na cabine exterior sem a necessidade de um aquecedor. Não é o mesmo que um aquecedor "anti-suor". Modelos com esse botão consomem de 5% a 10% mais energia do que refrigeradores com controle de umidade
Não deixe seu refrigerador muito gelado. É recomendável temperatura entre 6ºC a 3ºC para o compartimento de comida e -15ºC para o compartimento de freezer. Se você tem o freezer separado, para armazenar os alimentos a temperatura deve ser -18ºC
Para checar a temperatura, coloque um termômetro dentro de um copo de água no centro do refrigerador. Deixe-o por 24 horas e veja o resultado. Para medir a temperatura do freezer, coloque o termômetro entre os congelados. Leia o resultado depois de 24 horas
Certifique-se de que o selo da porta proteja o refrigerador do ar. Faça o teste fechando a porta colocando um pedaço de papel e deixe metade para fora. Se você conseguir puxar o pedaço facilmente, a porta do refrigerador talvez precise de ajustes
Não deixe líquidos e comidas destampados. Alimentos destampados soltam umidade, forçando o compressor

PARA A LAVANDERIA

Lave as roupas com água fria, utilizando detergentes específicos sempre que possível
Lave e seque grandes quantidades de roupa. Se a quantidade for pouca, utilize o nível de água adequado
Seque toalhas e tecidos pesados de algodão separados de roupas mais leves
Não seque excessivamente as roupas. Se sua máquina tem sensor de umidade, use-o
Limpe o filtro da máquina após cada lavagem para melhorar a circulação de ar
Use o ciclo refrescante para que as roupas sequem com os resíduos de calor restantes na máquina
Periodicamente inspecione sua máquina para se certificar de que ela não está bloqueada. Isso vai economizar energia e pode prevenir que ela pegue fogo
Sempre que possível, deixe as roupas secarem ao ar livre

AO DIRIGIR
O melhor jeito de aquecer um veículo é dirigi-lo. Não mais do que 30 segundos em marcha lenta é necessário para aquecê-lo no inverno. Mais do que isso, apenas gasta combustível e aumenta a emissão de poluentes
Dirija sensivelmente. Correr, acelerar rapidamente e frear bruscamente gasta mais gasolina
Use o ar-condicionado apenas quando realmente necessário
Evite dirigir com o carro muito pesado. Excesso de peso aumenta a quantidade de combustível utilizado por quilômetro rodado
Evite alta velocidade. Dirigir a 75 km/h em vez de 65 km/h pode impedir uma economia de 15% em combustível

Viver bem com bem pouco


Shutterstock
No início do século XIX, quando a economia dos Estados Unidos ainda engatinhava em direção ao que viria a ser a maior nação capitalista do planeta, o escritor americano Henry David Thoreau (1817-1862) já questionava o consumismo desenfreado que tomara conta de seus conterrâneos.
Desiludido com os rumos da “terra das oportunidades”, Thoreau trocou a vida na cidade por uma experiência de dois anos na Floresta de Walden, em Massachusetts. Em plena expansão da economia capitalista, ele buscava a simplicidade de viver em harmonia com a natureza. Nascia ali uma das primeiras vozes modernas a pregar a frugalidade. “Um homem é rico na proporção do número de coisas das quais pode prescindir”, escreveu Thoreau no livro Walden, a vida nos bosques, obra em que ele relata seu período como eremita.
Quase 150 anos depois, o despojamento perseguido por Thoreau parece enfim estar na moda – inclusive no Brasil. Ele é motivado, em parte, pela crise financeira mundial. A atual escassez de crédito pode encerrar o ciclo de esbanjamento dos últimos anos e dar início a uma nova era de austeridade. Antes do estouro da bolha forçar um basta à extravagância, porém, outros filósofos do cotidiano se propunham a recuperar e atualizar teorias parecidas com as de Thoreau – e também com as de clássicos como os gregos Aristófanes e Epicuro. São ideias que propõem uma revisão radical das escolhas e dos hábitos de consumo. No lugar da gastança, o comedimento. “A frugalidade é uma maneira de recuperarmos coisas imateriais importantes que haviam sido perdidas: tempo, saúde e felicidade”, disse a ÉPOCA o escritor e documentarista americano John de Graaf, autor do livro Affluenza: the all-consuming epidemic (algo como A epidemia do consumo total), ainda sem previsão de lançamento no Brasil. Affluenza é um trocadilho criado a partir de influenza, nome inglês do vírus causador da gripe. Segundo Graaf, o consumo também seria uma doença, caracterizada por “sintomas de ansiedade, dívidas e desperdício”.
Antes que Graaf descrevesse o consumo como doença, a pressa já havia sido diagnosticada como um sintoma de desvio comportamental típico da nossa era. “Vivemos o delírio do tempo. Tudo tem de ser veloz. O processo e a reflexão são sempre pouco importantes”, diz o filósofo Mário Sérgio Cortella, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. “A gente só faz o urgente, o importante fica para depois”. Uma vacina contra essa mentalidade da urgência surgiu na Itália, em 1986. Foi quando alguns donos de restaurante italianos se uniram para barrar o avanço das redes de fast-food. Surgia assim o slow food, um movimento para resgatar os prazeres da mesa que iam se perdendo com as refeições rápidas e industrializadas. A ideia deu origem a uma filosofia de desaceleração. Em 2002, a cidade japonesa de Kakegawa se autointitulou a primeira cidade “slow” do mundo. A prefeitura lançou um manifesto com ideias para uma vida mais saudável – e devagar. A população de 118 mil habitantes foi conclamada a andar a pé, construir casas com bambu e papel e cultivar o hábito do tradicional chá japonês. A prefeitura também passou a tomar medidas para negociar a redução da carga horária dos trabalhadores da cidade. A lógica do slow food ainda serviu de exemplo para o conceito do slow travel (turismo sem pressa), que propõe conhecer menos destinos com mais profundidade, mergulhando na cultura local.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Investimentos na medida

Escolher a medida certa para os investimentos em um mercado financeiro com tantas alternativas de produtos e ativos não é tarefa fácil. São diferentes riscos envolvidos e, conseqüentemente, diferentes potenciais de retorno. Tudo isso em um cenário econômico que demanda cada vez mais a diversificação das aplicações, não importando em que perfil de investidor você se encaixe.

Uma das premissas mais importantes nesse contexto é a regra de não se colocarem "todos os ovos na mesma cesta". Trata-se de uma solução adequada para minimizar os riscos e potencializar os retornos, mas que leva a outra dúvida: "quantos ovos" devemos colocar em cada uma dessas "cestas"?

Baseado em dados históricos de desempenho e correlação entre as diversas classes de ativos financeiros, o modelo de alocação propõe, de acordo com o perfil do investidor, a distribuição de recursos mais conveniente a partir da combinação ideal entre fatores de risco e retornos pretendidos, tornando a carteira de investimentos mais eficiente.

Quando você possui apenas um tipo de investimento, você está 100% exposto ao risco desse investimento. Por exemplo, se tiver todo o seu capital aplicado em imóveis, você fica totalmente sujeito às flutuações e riscos do mercado imobiliário. Entretanto, se os seus recursos estiverem alocados em uma carteira diversificada, ou seja, com investimentos em renda fixa pré e pós-fixada, fundos multimercado, ações, ouro, imóveis etc., a exposição aos riscos é reduzida, pois qualquer alteração no cenário econômico afeta de forma diferente cada tipo de ativo que compõe a carteira.

A melhor forma de diminuir riscos, portanto, é formar uma carteira. Com a carteira formada, o seu acompanhamento passa a ser sobre o resultado total dessa carteira e não sobre um investimento em particular. Isso é o que chamamos de buscar uma melhor rentabilidade com uma gestão de risco mais eficiente.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

Dicas para superar as crises

DÊ A VOLTA POR CIMA
Compreenda que você apenas fracassou. Isso acontece com todo mundo. É assim que nós aprendemos e crescemos. Mas não se detenha no insucesso. Entenda por que e como você fracassou e siga em frente. Aprenda com isso para não repetir os mesmos erros que levaram a esse resultado, mas lembre-se de que eles foram fundamentais para os próximos passos que você dará.


REDEFINA O FRACASSO
Uma vez mais, compreenda que cada insucesso representa uma chance de crescimento. Ajuste a sua maneira de pensar para reconhecer que o fracasso conduz ao sucesso. Fracassar lhe ensina com muita clareza e precisão o que você não deve fazer.

ANALISE O FRACASSO
Ao examinar os motivos que levaram ao fracasso, use a experiência para avaliar objetivamente seus resultados, entendendo melhor a si e sua vida. Que novas atitudes e habilidades você precisa adquirir para criar um resultado diferente da próxima vez?

DESPERSONALIZE O SEU FRACASSO
Pare de pegar no seu pé. Entenda de uma vez por todas que fracassar faz parte da experiência humana. Para descobrir uma estratégia que funcione, você precisa experimentar várias até que uma traga o resultado esperado.

E por fim, assuma riscos controlados e busque sempre o sucesso!

Fonte: www.motivaonline.com.br e daianifurtado.blogspot.com

Filhos consumistas

Uma preocupação cada vez maior que vejo das pessoas com quem converso e que possuem filhos é a dificuldade de impor limites de compra para crianças, que querem adquirir tudo que vêem na televisão e nos shoppings. Isso sempre termina no questionamento: Como saber se a criança virou consumista demais?

Essa é uma resposta complicada. Já que hoje a criança é elevada ao status de consumidora adulta sem estar preparada. E a publicidade utiliza de propagandas são apelativas, que causam desejos imediatos nas crianças de querer o produto, e isso não significa necessariamente que essa criança é excessivamente consumista, pois, esse desejo será rapidamente esquecido.

Contudo, uma situação que indica uma criança excessivamente consumista é quando ela gasta todo seu dinheiro ganho com mesadas e logo pede mais dinheiro para seus pais. Porém, não existe um índice que mostre qual o grau que esse problema atingiu e, infelizmente, vivemos em uma sociedade de consumo onde cada vez mais cedo as crianças estão expostas a um infindável número de produtos e, consequentemente, gastam mais.

Por isso, os pais possuem papel fundamental desde cedo para que seus filhos não percam o controle do dinheiro desde os primeiros anos. Principalmente porque cada família tem seus valores, e isso faz com que qualquer ação de pessoas fora desse grupo não tenha tanta relevância, é simples, se a criança vê os pais comprando sem parar, vão tender a seguir esse exemplo e acabar ficando desta forma.

Assim, é fundamental ter muito cuidado com o exemplo que os familiares passam, e desde cedo demonstrar que a felicidade não está associada ao consumismo desenfreado e sim na atitude de atingir seus objetivos. No caso do exemplo externo, a família também terá um papel de grande relevância, que é o de estabelecer os limites para esta atitude. Os pais podem reforçar ou não a atitude consumista da criança e se o comportamento da criança não mudar nesse primeiro momento é muito provável que ela se torne um adulto sem limite nos seus gastos e que estará facilmente exposta a indústria de crédito fácil e juros abusivos que leva milhões de brasileiros as estatísticas de endividamento.

O papel dos pais é sempre ensinar a criança que existem coisas que são realmente necessárias e outras nem tanto. Sempre direcione com que a criança ao se interessar por um produto faça a seguinte pergunta: Eu realmente preciso disto? Quanto tempo irei utilizá-lo? Isto fará com que ela pense a respeito da real necessidade desta compra.

Fonte: www.disop.com.br

Pensamentos sobre o dinheiro

A crise económica te assusta ?Bolsas caindo,bancos quebrando... pobre do nosso dinheirinho, pois já diz o ditado que corda rompe no lado mais fraco!!
Veja esta lista de valiosos pensamentos a respeito do dinheiro : 

- Administrar dinheiro é fácil. Difícil é administrar a falta dele.
- Agiota é o sujeito que ganha a vida alugando dinheiro.
- Atrás de toda grande fortuna tem sempre algum crime.
- Casa de tolerância é um local onde se tolera tudo, menos a falta de dinheiro.
- Certas pessoas só fazem transações comerciais com lisura: nunca pagam, pois estão sempre lisos.
- O cheque não compensa.
- Com dinheiro à vista, toda gente é benquista.
- Devedor é o sujeito que tem a habilidade de nunca estar em lugar nenhum.
- Devo e não pago. Nego enquanto puder.
- Devo tanto, que se eu chamar a minha mulher de bem o banco toma.
- A diferença entre um credor e um devedor, é que o primeiro tem uma memória muito melhor.
- Dinheiro de pobre parece sabão: quando ele o pega, escorrega da mão.
- O dinheiro é apenas uma coisa de que você precisa para o caso de não morrer amanhã.
- Dinheiro e mulher bonita: até hoje só vi na mão dos outros.
- O dinheiro é sempre o mesmo. O que muda são os bolsos.
- Dinheiro na mão, calcinha no chão. Dinheiro sumiu, calcinha subiu.
- Dinheiro não é tudo, e muitas vezes não é nem o suficiente, - Dinheiro não é tudo, mas é 100 por cento (Falcão)
- O dinheiro não é tudo na vida. Além dele, também tem o cheque, o cartão de crédito, etc.
- O dinheiro não tem a mínima importância, desde que a gente tenha muito.
- Dinheiro não traz felicidade. Manda buscar. - Dinheiro não traz felicidade, mas acalma os nervos. - Dinheiro não traz felicidade, mas ajuda a sofrer em Paris.
- Dinheiro no banco é como a pasta de dentes: Fácil de tirar, mas muito difícil de voltar a pôr.
- Dinheiro sempre traz problema. Infelizmente, a recíproca não é verdadeira.
- Dívida é uma desculpa a longo prazo. - Dívida pra mim é sagrada. Que Deus lhe pague.
- Dizem que dinheiro é coisa do diabo. Mas se você quiser ver o diabo, ande sem dinheiro.
- Duplicata é essa coisa que sempre vence. Nunca empata.
- É difícil abandonar tudo por um ideal. A menos que seja por bom dinheiro...
- É impossível ser ridículo dentro de um Mercedes.
- É pensando ser rico que se fica pobre.
- É sim, irmão, convém não esquecer que o dinheiro não é tudo na vida. Tudo na vida é a falta de dinheiro.
- Existe um mundo melhor, mas é caríssimo.
- Existem dois problemas que corrompem a humanidade, o dinheiro e o que se pode comprar com ele.
- Existem pessoas que só pensam em dinheiro, sexo e bebidas. Eu sou uma delas.
- Fazer dívida é como construir um submarino: pode até flutuar, mas foi feito para afundar.
- Fazer fortuna significa passar para o nosso bolso o dinheiro que estava no bolso dos outros.
- Filho de rico é playboy; de pobre é office-boy.
- Há homens que, por dinheiro, são capazes até de uma boa ação.
- Importante não são as flores, mas o cartão. Inclusive o de crédito.
- Infelizmente, o dinheiro necessário é sempre o dobro do orçamento previsto, e o tempo para sua execução o triplo do imaginado.
- O intermediário é esse sujeito que faz a ligação entre dois interesses, visando exclusivamente ao seu.
- Melhor do que assaltar um banco é instalar um.
- Meu banco me deu mais um cartão: o vermelho!
- O milionário é uma pessoa que só passa fome antes das refeições.
- A morte também faz coisas boas: as viúvas ricas, por exemplo.
- Na situação em que me encontro, se puserem um revólver na minha frente eu o vendo imediatamente.
- Na vida é preciso sempre mudar, principalmente se levarmos em conta que os preços dos aluguéis são absurdos.
- Nada é bastante para quem considera pouco o suficiente.
- Não adianta ser rico e usar roupa de marca, pois o melhor da vida a gente faz pelado.
- Nas compras, é melhor ficar em dúvida do que em dívida.
- Para conseguir um empréstimo bancário, é fundamental provar que você não precisa dele.
- Pennies são moedas inglesas que valem um pau.
- Picasso ficou muito rico, mas as mulheres gostam mais dele duro.
- Pobre é como arame farpado: quando não está enrolado, está esticado.
- Pobre é como cachimbo: só leva fumo.
- A pobreza não é necessariamente vergonhosa: há muito pobre sem-vergonha.
- Os preços dos telescópios são astronômicos.
- Prestígio só dá dinheiro pra Nestlé.
- Primeiro economista do mundo foi Cristovão Colombo: quando saiu, não sabia para onde ia; quando chegou, não sabia onde estava. E tudo por conta do governo - Promessa é dúvida, mas promissória é dívida.
- A promissória é uma questão “de…vida”. O pagamento é que é de morte.
- Quando chega a conta do celular, dá vontade da gente cortar os pulsos.
- Quando eu era menor, achava que dinheiro era a coisa mais importante do mundo. Hoje tenho certeza.
- Quando os ricos fazem a guerra, são sempre os pobres que morrem.
- Quando se trata de dinheiro, todos têm a mesma religião.
- Quarto duplo significa que duas pessoas podem ficar hospedadas pelo preço de uma, mas tem de pagar o dobro se estiver sozinha.
- As quatro melhores coisas do mundo são três: dinheiro e mulher.
- Quem vive de rendas é vendedor de calcinha e sutiã.
- Razão: faculdade daquele que tem a caneta e a chave do cofre na mão.
- Recessão é quando seu vizinho perde o emprego; depressão é quando você perde o seu.
- O rico pega o carro e sai. O pobre sai... e o carro pega.
- O sapato é a condução do pobre.
- Se o dinheiro fala, o meu sempre diz adeus.
- Se o dinheiro não acabasse, todos seriam ricos.
- Se você tem que perguntar quanto custa é porque não pode comprar.
- Sempre peça dinheiro emprestado a um pessimista. Ele nunca espera receber.
- A Suíça é um mundo de faz-de-conta numerado.
- Tempo é dinheiro. Vamos, então, fazer a experiência de pagar as nossas dívidas com o tempo.
- Tenha cuidado ao emprestar dinheiro a amigos, porque você pode acabar perdendo as duas coisas.
- Ter pai pobre é destino, mas ter sogro pobre é burrice.
- Testamento de pobre se escreve na unha.
- Todo homem tem seu preço. Uns até fazem desconto.
- Um sujeito pobre é o que mora em uma cabana na beira do rio e passa o dia pescando, para viver. Um sujeito rico é o que vive o ano inteiro dentro de um escritório, para poder passar uma semana numa cabana, na beira do rio, para pescar.
- Uma coisa que os pobres sempre têm mais que os ricos: filhos.
- Uma vantagem dos sem-teto é de nunca levar desaforo para casa.
- O único lugar para onde se pode ir quando se estamos no fundo do poço, é para cima ou então cavar mais ainda.
- Os únicos que pensam mais em dinheiro do que os ricos são os pobres.

Uma pior do que a outra !!

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Mulheres devem dar atenção especial à segurança financeira

Faz tempo que as mulheres deixaram de ser rotuladas como avoadas ou medrosas com dinheiro, mas, às vezes, mesmo as mais organizadas com suas finanças podem ficar na dúvida na hora de lidar com grandes valores.

Para a consultora financeira Sandra Blanco, autora dos livros "Mulher inteligente valoriza o dinheiro" e "Independência financeira" (editora Campus Elsevier), mais do que seguir modismos, as mulheres devem criar estratégias que ajudem na realização dos sonhos materiais.


– Digo sempre para as mulheres que gastar é bom, mas que ter dinheiro guardado é melhor ainda. Quem aprende a poupar ganha auto-estima e segurança. Para a maioria das pessoas, economizar é difícil e precisa ser feito com esforço até que se torne um hábito saudável. A inteligência financeira é uma conquista feminina importante – acredita.

Fique de olho no cartão

A especialista lembra que, além do conselho óbvio de gastar menos do que se ganha, a mulher deve evitar dois dos principais responsáveis pelas dívidas delas: o cheque especial e o cartão de crédito.

– O cheque especial nunca, mas nunca mesmo, deve ser visto como uma extensão do salário. Já o cartão de crédito só deve estar na carteira de quem sabe usá-lo com critério. Quem decide colocar as despesas no cartão deve ter a consciência de que vai ter sempre que pagar a fatura total, nunca apenas o mínimo, senão o endividamento vira uma bola de neve. Além disso, por que pagar 10% de juros à administradora do cartão em vez de investir esta mesma quantia em outra coisa? – diz Sandra.

O segundo passo é se educar para poupar dinheiro todo mês. Para as iniciantes, ela sugere a caderneta de poupança. Apesar de pouco rentável, é a única que permite a aplicação de quantias pequenas.

– A poupança é ideal para quem não está conseguindo poupar muito. Guardar vinte, trinta reais por mês pode parecer pouco, mas faz diferença a longo prazo. É uma forma de economizar sem esforço e criar a disciplina da regularidade – avalia a especialista. Quem tem uma quantia maior pode fazer aplicações em fundos de renda fixa como os CBDs.

Para as mulheres que estão de olho em um imóvel, a consultora lembra que, para comprar uma casa ou um apartamento, é preciso ter um dinheiro para dar de entrada, que geralmente gira em torno de 30% do seu valor. O financiamento pode ser uma opção, desde que a mulher tenha a certeza de que vai conseguir pagar suas prestações durante anos ou até mesmo décadas.

– Hoje, 85% das famílias brasileiras terminam o mês no vermelho. Por isso, a opção do financiamento ou da compra do imóvel só deve ser feita por quem tem certeza de que as prestações mensais não se tornarão uma dor de cabeça – lembra Sandra.

Os benefícios do aluguel

Ela frisa que o aluguel pode ser uma boa opção para quem não tem uma grande quantia de dinheiro poupada ou não quer se comprometer com pagamentos a longo prazo.

– Alugar não é jogar dinheiro fora, é pagar por um serviço. Às vezes, é melhor alugar durante anos e aplicar o resto do dinheiro, para depois comprar um imóvel sem ter que pagar prestações – explica Sandra.

Por último, nada de ter medo da bolsa de valores. Apesar de não ser uma opção para todas, é um passo inteligente para quem já está mais segura com suas decisões financeiras.

– O dinheiro investido na bolsa deve sem um dinheiro "sem compromisso" ou uma quantia destinada a um investimento de longo prazo – resume.

AGÊNCIA O GLOBO
Fonte

Do que é feita a motivação?

Você acha que não pode motivar ninguém? Pode sim, fazendo com que as pessoas queiram fazer o que você quer que elas façam. Esta vontade de se fazer alguma coisa pode ser conseguida se a sua equipe encontrar um ambiente de trabalho condizente.

Se praticada todos os dias, cada pessoa encontrará:

1. NOVAS IDÉIAS: Elas nos fazem pensar em novas maneiras de se fazer o trabalho e encontrar soluções para problemas. Aumentam a nossa capacidade de realizar as coisas. É muito fácil dizer "não dá para fazer isso". Mas, se pararmos um pouco para pensar, encontraremos maneiras de se fazer aquilo. Pelo menos uma vez por mês, sente com sua equipe para uma atividade de brainstorming (também conhecido pelo nome mais simpático e adequado de tempestade de idéias). Outra maneira de gerar novas idéias é estimular o hábito da leitura. Você pode fazer uma minibiblioteca no seu escritório, com livros e revistas do interesse da equipe.

2. RECOMPENSAS: Falem o que quiserem, mas nada funciona tão bem como uma recompensa. Algo que lembre seu funcionário como trabalhar duro vale a pena. E isso não precisa ser muito caro. Um jantar a dois para o bom funcionário e a mulher/marido, ingressos para o cinema e mesmo bilhetes dizendo "bom trabalho, valeu". Por mais simples que pareça esse gesto, ele vale muito para as pessoas. Elas se sentem reconhecidas e, lógico, sentem vontade de fazer mais. Para melhores resultados, não torne esse programa de recompensas "oficial". Procure agradecer, oferecer algo às pessoas sem que elas esperem.

3. PROGRESSO: Peça, no início da reunião, para eles pensarem em como era a vida de cada um dois anos atrás. Para pensarem em tudo o que eles conseguiram, no que eles realizaram no trabalho. Esses pensamentos são ótimos para levantar o moral e fazer com que as pessoas desejem realizar mais.

Fonte: www.lideraonline.com.br e daianifurtado.blogspot.com

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